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CULTO DOMESTICO ADORA플O (3)
CULTO DOMESTICO ADORA플O (3)

III - BÊNÇÃOS ADVINDAS DO CULTO DOMÉSTICO

  1. Fortalece os laços familiares.

São inúmeras as bênçãos de Deus sobre a família que realiza o culto doméstico. Com ele, o altar da adoração supera o “altar da televisão”.

Quando realizado desde que os filhos são pequenos, são indeléveis as marcas impressas em suas mentes para toda a vida. Até aos sete anos, a personalidade já está definida, segundo psicólogos. Crianças que participam da reunião em família, louvando a Deus, lendo a Bíblia, ou mesmo apenas ouvindo por causa da pouca idade, e veem seus pais orando com elas, certamente terão menos probabilidade de se desviarem dos caminhos do Senhor.

O culto doméstico não se destina apenas a crianças. Adolescentes e jovens precisam muito desse momento especial, na sua formação espiritual. É por falta de culto doméstico que grande parte dos filhos de cristãos está no mundo, envolvida no sexo ilícito, nos vícios e na delinquência. Muitos pais dormiram e se descuidaram de zelar pelos filhos que são “herança do Senhor”. Os benefícios são evidentes para os lares onde, diariamente, louva-se a Deus, lê-se a sua palavra e fazem-se orações.

Jesus se faz presente no lar.

Falando a seus discípulos, o Senhor prometeu: “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18.20). Pode haver convidado mais importante do que Jesus, participando da reunião em família? Naquele pequeno período de adoração, todo o futuro da família pode estar definido. O salmista declarou: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam” (SI 23.4). A família deve aprender e considerar que, com a presença do Senhor em sua vida, não há o que temer, se todos procuram obedecer a voz de Deus. Só esse beneficio é suficiente para justificar a realização do culto no lar cristão todos os dias.

  1. Os laços espirituais são fortalecidos.

Nos momentos de louvor a Deus, pais e filhos são abençoados, e unidos na presença do Senhor. Ele habita no meio dos louvores (SI 22.3). Deus agrada-se de ver um lar que se transforma em ambiente de adoração.

Ao orarem, pais e filhos atraem as bênçãos, o poder e a proteção de Deus para suas vidas. Cada um pede oração. Todos sentem as necessidades dos outros. Todos oram uns pelos outros. A união da família fortalece a vida espiritual e traz bênçãos extraordinárias. Diz o salmo: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (SI 133.1). Na união espiritual e fraternal, naquele lar, há lugar para a bênção de Deus: “porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre” (SI 133.3).

LIMA. Elinaldo Renovato de. A família cristã e os ataques do inimigo. Editora CPAD. pag. 124-125.

Et. 2.5. Certo homem judeu... chamado Mordecai. Quanto a detalhes, ver no Dicionário os verbetes chamados Mordecai e Ester. O nome dele, como é óbvio, provinha do nome do deus pagão Marduque, o que explica a variação de grafia' Mcrdecai e Mardoqueu (tudo dependendo da versão portuguesa que estiver sendo usada). O sentido desse apelativo é incerto. Na mitologia pagã, o deus «larduque e a deusa Istar eram primos, e assim temos o fato curioso de que Ester e Mordecai, cujos nomes se derivavam dessas divindades pagãs, também eram primos. Os nomes de família dados a Mordecai devem ser entendidos como antepassados remotos, e não como elos familiares recentes. Essa é a interpretação que nos fornecem Josefo, o Targum e a Midrash. Tanto Simei quanto Quis foram representantes bem conhecidos da tribo de Benjamim (ver II Sam. 16.5-13; I Reis 2.8,36-46). O primeiro era inimigo de Davi, e o segundo era o pai de Saul, primeiro rei de Israel (I Sam. 91 14.51 Mordecai não era descendente direto de Saul, mas veio através de Outra linhagem da família de Quis. O autor sagrado enfatizou que as pessoas em questão (Ester e Mordecai) eram “judeus puros” e, assim, guardiães apropriados de seu povo, em Susã. Ester era órfã criada pelo primo Mordecai (vs. 7). Foi assim que Mordecai, oficial na corte persa de Susã, transformou-se em amigo e salvador dos judeus. Estando Mordecai consciente da rara beleza física de sua prima, calculou acertada- mente que ela seria uma fortíssima candidata a substituir a infeliz Vasti.

Et. 2.6 Que fora transportado de Jerusalém, com os exilados. Mordecai provavelmente era filho de alguma vítima do cativeiro babilônico (ver a respeito no Dicionário). Mas sua inteligência e força de vontade superior levaram-no a uma posição elevada na corte real da Pérsia. Assim ele code agir em favor dos judeus que permaneciam no exílio (a maior parte dos judeus não voltou para Jerusalém, na companhia de Zorobabel, Esdras e Neemias). O tempo envolvido indica que Mordecai, pessoalmente, não tinha sido vítima do exílio. Talvez ele tenha nascido em Susã, pelo que, em certo sentido, era um nativo da Babilônia. Se Mordecai fosse um jovem em 597 A C. (ano do cativeiro babilônico , então teria bem mais de cem aros ao tempo da subida ao trono de Xerxes (485 A. C.), e Ester teria cerca de 70 anos de idade quando cativou o rei com seus encantos virginais!

O autor do livro, entretanto, talvez nada soubesse sobre a cronologia envolvida, e assim deu a ideia de que Mordecai tinha sido levado pessoalmente para o exílio. “Uma visão telescópica similar da história encontra-se em outros escritos produzidos pelo judaísmo (cf. Esd. 4.6; Dan. 1,21; 6.1; Tobias 14.15, ef passirr (aqui e acolá). De acordo com Esd. 2.2 e Nee. 7.7, certo Mordecai estava entre os exilados que tinham sido levados por Nabucodonosor. Talvez o autor sagrado pretendesse identificar os dois (conforme faz o Targum). Mordecai não é um nome hebraico, conforme seria próprio a um judeu da dispersão" (Bernhard W. Anderson, in loc.).

Jeconias, rei de Judá. Este era o rei judeu na época do exílio babilónico. Ver sobre ele no Dicionário. Ver também II Reis 24.12-16. Falando estritamente, Jeconias foi o penúltimo dos reis de Judá. Zedequias foi um rei vassalo em Judá, depois que os outros monarcas judeus foram depostos.

Et. 2.7 Ele criara a Hadassa, que é Ester, filha de seu tio. Hadassa (murta) era o nome hebraico de Ester. Mas alguns estudiosos opinam que esse nome é cognato do assírio que significa “noiva". Seu nome de cativeiro era Ester, talvez cognato da palavra persa stara (estrela), porém, mais provavelmente ainda, da palavra Istar, a deusa babilónica. É evidente que ela era muito mais jovem que Mordecai, pois, do contrário, não teria sido tomada como filha, quando os pais da menina morreram. Ela, pois, era prima de Mordecai, e não sobrinha, conforme algumas traduções dizem, seguindo a Vulgata Latina, que fala em “sobrinha”. Seja como for, o livro mostra-nos que a moça era “bela, corajosa, esperta e cheia de recursos. Coisa alguma é dita sobre o que ela pensava a respeite do plano de ser feita ‘rainha’ em lugar de Vasti” (Arthur C. Lichtenberger, in loc.). Visto que os hebreus estavam acostumados com haréns, ela não faria objeção por ter sido levada para o harém real da Pérsia. Casar-se uma judia com um estrangeiro (mesmo que fosse um rei) era estritamente proibido para a legislação mosaica, conforme os livros de Esdras e Neemias ilustram sobejamente. Portanto, Ester foi uma exceção à regra, a fim de trazer algum bem aos judeus. Ela precisava ter alguma elevada posição na Pérsia, para que fizesse o que fez, e assim cumprisse a sua missão, razão pela qual as leis hebreias do casamento tiveram de ser relaxadas em seu caso. As leis, afinal de contas, nunca contam a história inteira. Existem situações humanas nas quais as leis fixas não são de grande ajuda.

O livro de Ester não diz especificamente que Ester, mediante providência divina, se tomou “rainha" de Assuero, mas qualquer judeu que lesse a história entenderia isso. Ester foi um instrumento divino para um ato específico de Yahweh, embora Deus não seja mencionado no livro.

Entrementes, a rainha-mãe, Amestris, mostrava-se indiferente em relação ao que acontecia no harém do rei. Heródoto (Callipe, 1.9, cap. 107.11) disse-nos que Amestris era uma mulher ímpia e cruel. Ela ordenou que a esposa de seu cunhado fosse mutilada, e que catorze crianças fossem executadas no fogol Poderia Amestris ter sido assim tão má? Por outra parte, aquelas catorze crianças foram oferecidas aos deuses, como sacrifícios humanos, e isso serve para provar que Amestris era devotadamente religiosa Perseguir e matar outras pessoas, em nome de Deus ou dos deuses, até hoje é um ato aprovado até entre muitas pessoas religiosas.

O Targum ajunta que a mãe de Ester morreu de parto, e o pai havia morrido antes desse acontecimento funesto. Isso pôs as coisas nas mãos de Mordecai, por intermédio de quem a providência de Deus poderia usar Ester.

CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. pag. 1831-1832.

5-7. Certo homem judeu . . . chamado Mordecai .. . criara a Hadassa, que é Ester, filha de seu tio. Agora se introduzem os heróis desta história. Mordecai, da tribo de Benjamim, era bisneto de um homem chamado Quis, que fora levado. para a Babilônia junto com o rei Jeconias (Jeoaquim) em 597 A.C. Após a morte de seu tio Abiail (2:15), Mordecai levou a órfã, filha de seu tio, para sua casa e a criou. "Considerando que Hadassa vem de hadas, murta, e Ester de sitar, a palavra persa para estrela (do sânscrito, sta'na; Akk, istar), temos aqui um exemplo precoce da prática judia de usar dois nomes – um hebraico e outro gentio, tais como João Marcos, José Justo, etc".

MOODY. Comentário Bíblico Moody. Ester. pag.7-8.

Sl. 133.1 Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! Estão em foco os hebreus, agora sujeitados a fatores universalizadores após o retorno do cativeiro babilônico, aprendendo os caminhos do mundo helenista. Conforme diz um cântico popular, isso ocorreu no fim da Segunda Guerra Mundial: “Como você pode mantê-los agora nas fazendas, depois que viram Paris?”. Agora que Israel se expandia para fora, enquanto seus vizinhos se expandiam internamente, seria possível conservar os hebreus dentro de seu contexto distintivo, que fora criado por serem eles o povo da lei (ver Deu. 4.4-8)? O autor desta pequena porção da literatura de sabedoria esperava que suas palavras ajudassem Israel a reter sua fraternidade especial. Naturalmente, essas palavras aplicam-se a indivíduos, e não somente a comunidades nacionais, mas podemos estar seguros de que a inspiração da paz era uma preocupação que dizia respeito a laços nacionalistas na nação restaurada de Israel.

Uma Ilustração Cristã. F. A. Iremonger era filho de um arcebispo da comunidade anglicana. Poder-se-ia esperar que ele saísse apenas um homem daqueles que diziam “somente nós, os anglicanos”. Mas se ele era um fiel denominacionalista que galgara a elevada posição de arcebispo de Canterbury, estava sempre olhando por cima das muralhas de sua denominação e espiando os acampamentos das denominações “rivais”. Ele queria saber o que de bom haveria “do outro lado” do muro e desejava compartilhar do bem que eles tinham em sua própria comunidade. Ele cultivava uma paixão pela unidade cristã que ultrapassava em muito as conveniências das organizações unificadas. Em um discurso feito na cidade de Nova Iorque, ele declarou que “não era principalmente um representante da Inglaterra, nem do ramo inglês da Igreja Católica, mas um ministro do evangelho universal e da própria Igreja Católica:, termo que usou sem o sentido “romano”.

Contraste-se isso com a posição assumida por muitos homens da igreja, que pensam ser uma virtude a crítica, a desunião e a intolerância. Tais homens nunca olharam para fora de suas muralhas denominacionais, exceto para ver como apontar seus mísseis contra os acampamentos inimigos.

Bendito seja o laço que ata Nossos corações em amor cristão:

A comunhão de mentes aparentadas Assemelha-se à comunhão lá de cima.

(John Fawcett)

A unidade e a comunhão dependem da maior virtude espiritual de todas: o amor (ver a respeito no Dicionário, quanto a ideias completas que podem ser usadas para ilustrar este versículo).

Sl. 133.2 É como o óleo precioso sobre a cabeça. Este versículo não toca no coração dos povos ocidentais e talvez soe com excessivo sentimentalismo; para dizer o mínimo, parece bastante estranho. No caso dos hebreus, porém, as coisas não eram assim. Em primeiro lugar, estamos falando acerca de Arão, o sumo sacerdote que sen/ia toda a comunidade dos irmãos, sendo a mais alta figura religiosa da Terra Prometida. Fazia parte de suas responsabilidade produzir a unidade na fé e na prática. Era sua tarefa deixar o exemplo de fraternidade sincera. Em segundo lugar, temos a honrosa barba, altamente respeitada pela mente dos hebreus. Uma boa barba era sinal de distinção e sabedoria. No Dicionário, há um detalhado artigo intitulado Barba, o qual ilustra bem o assunto e lança luz sobre este versículo. Em terceiro lugar, temos de considerar o precioso óleo da unção, a unção para o ofício sacerdotal. Ver no Dicionário o artigo chamado Unção, quanto a maiores detalhes. O trabalho de um homem tornava-se oficial mediante essa unção, e ele era ungido para servir à comunidade, sob a direção de Yahweh. Reunindo agora essas três coisas, podemos ver a força que esse versículo tinha para os hebreus. Seu intuito era levá-los a emprestar grande valor à unidade da fé e à unidade da nação de Israel.

"A copiosa efusão da cabeça do sumo sacerdote diferia da aspersão feita na testa dos sacerdotes ordinários. O salmista chamou a unção de preciosa, em referência à graça espiritual do amor, o primeiro fruto do Espírito Santo (ver Gál. 5.22), do qual era uma imagem. O Espírito Santo foi o precioso unguento com o qual, em sua infinita plenitude, o Messias havia sido ungido (ver Dan. 9.24; Atos 10.38 e João 3.34)” (Fausset, in loc.). Hengstenberg e a versão árabe fazem da barba de Arão a coisa que fluía, mas as versões, de modo gera!, preservam a referência ao óleo que escorria.

O óleo derramado pela barba descia sobre os ombros de Arão e então sobre suas vestes, inscritas com os nomes das doze tribos de Israel. Assim sendo, o óleo simbolizava a unidade nacional, sob as bênçãos do único Deus. Não poderia haver unidade sem sincera fraternidade. “Era costumeiro, no Oriente, derramar o óleo sobre a cabeça em profusão tal que descia e atingia cada membro" (Adam Clarke, in loc.).

Sl. 133.3 É como o orvalho do Hermom. “Não temos aqui o monte Sião (no hebraico, tsiyon), em Jerusalém, mas Sião, que fazia parte da cadeia do Hermom. Ver Deu. 4.48: “... desde Aroer, que está à borda do vale de Arnom, até o monte Siom, que é Hermom”. Sobre esse monte, o orvalho cai muito copioso. Mr. Maundrell diz que “devido a esse orvalho, mesmo em tempo seco, as tendas das pessoas ficam tão molhadas como se tivesse chovido a noite inteira" (Adam Clarke, in loc). O orvalho do que normalmente chamamos de Hermom não atinge Jerusalém. Se esse lugar mais distante está aqui em foco, então o autor aplicou uma hipérbole oriental. Seja como for, sem água a terra fica crestada e estéril. Mas com água surge a fertilidade e a prosperidade, e essas coisas são produtos da fraternidade sob a direção e a bênção de Yahweh. O on/alho representa o que é refrescante, doador da vida, um símbolo apropriado para a bênção do Senhor. Mas essa bênção é conferida através de instrumentos humanos que vivem no espírito do amor.

“Devemos tomar o orvalho do Hermom como um orvalho especial. Não há por que duvidar que a altura do monte Hermom e o fato de esse monte ser tão conspícuo determinaram a expressão” (Ellicott, in loc.). O copioso orvalho do Hermom foi associado ao óleo copioso da unção (vs. 2).

Yahweh decretou suas bênçãos sobre Jerusalém, e essa bênção era especialmente a vida para sempre. Vida longa e prosperidade material e espiritual eram os ideais dos hebreus, e a guarda da lei era declarada como produtora desse tipo de vida (Deu. 4.1; 5.33; 6.2; Eze. 20.1). Mas isso só se tornaria realidade se Jerusalém contasse com uma comunidade de irmãos que vivessem em harmonia. Caso contrário, essa bênção poderia falhar. A contenção sempre faz a bênção divina fracassar.

Este versículo tem sido cristianizado para falar sobre as bênçãos que Cristo traz por meio de Seu evangelho e através de Sua Igreja. Ver II Cor. 13.11. Mas o amor é necessário para que isso se torne uma realidade prática. Dessa maneira, as palavras “para sempre” são aplicáveis à vida eterna.

Em Cristo não há nem Oriente nem Ocidente,

Nele não há nem Norte nem Sul,

Mas há somente uma grande comunidade de amor,

Que se espalha por toda a larga terra. (John Oxenham)

CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. pag. 2479-2480.

133.1 irmãos. Todos aqueles cuja linhagem pode ser traçada a Abraão, Isaque e Jacó. união. A união nacional pode estar na superfície, mas o alicerce tem de ser a união espiritual. Essa deveria ser a ênfase, aqui, pois esses cânticos eram entoados pelos peregrinos judeus que viajavam para as três grandes festas.

133.2 óleo... sobre. Provavelmente, refere-se à unção de Arão como sumo sacerdote da nação ícf. £x 29.7; 30.30), o que demonstraria alta prioridade para as ricas bênçãos espirituais.

133.3 o orvalho do Hermom. O monte Hermom, uma elevação de 2.800 mt no extremo norte da Palestina, era responsável pela maior parte do volume de água do rio Jordão por causa de sua neve derretida. Essa expressão pode estar se referindo ao suprimento de água ao Jordão ou, de modo figurado, ao habitual orvalho do Hermom sendo hipoteticamente transportado para Sião. De qualquer maneira, a expressão apresenta uma nova bênção material como prioridade secundária. Ali. Parece referir-se a Sião. a vida para sempre. Cf. Sl 21.4-6.

MAC ARTHUR. Bíblia de Estudo. Sociedade Bíblica do Brasil. pag. 783-784.

  1. Santifica e protege a família.
  2. O mal é mantido à distância. Em todos os tempos, o alvo principal do adversário tem sido a família. E nos dias atuais, os ataques ao lar têm sido incrementados de forma terrível. Pais aborrecendo filhos, filhos aborrecendo pais; esposos que rejeitam as esposas e vice-versa. Separações, divórcio; drogas, prostituição, fornicação, homossexualismo, e tantos outros males, são demonstração de que a família está sendo atacada sem tréguas pelas “hostes espirituais da maldade”. Diz Pedro: “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1 Pe 5.8).

Mas, se a família unir-se, em seu lar, em adoração a Deus, buscando o seu poder, diz a palavra de Deus: “Então, temerão o nome do Senhor desde o poente e a sua glória, desde o nascente do sol; vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do Senhor arvorará contra ele a sua bandeira” (Is 59.19). Os perigos que rondam o lar são muitos. E podem estar dentro da própria casa. A TV secular e internet são ferramentas que podem ser usadas pelo maligno para destruir a fé, a moral e os bons costumes. Mas com Cristo no lar, a vitória é certa.

  1. A Palavra de Deus é valorizada. Mesmo em pequenas doses de leitura diária, a cada dia, ela vai realizando seu papel transformador nas mentes dos pais e dos filhos. Seu poder é extraordinário. E mais forte e mais eficaz do que qualquer filosofia, do que o materialismo destruidor da fé. Diz Hebreus: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4.12). Os efeitos benéficos da palavra de Deus alcançam todo o ser, alma e espírito, e até a parte física, “juntas e medulas”. Por isso, Deus ordenou o cuidado com a ministração da palavra, todos os dias, sistematicamente, ao povo de Israel: “Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por testeiras entre os vossos olhos, e ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te” (Dt 11.18,19). No culto doméstico, após a leitura da Bíblia, os pais devem aproveitar para ensinar a palavra de Deus, “falando delas assentado em tua casa” e em todas as ocasiões propícias.

“A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa” (SI 128.3).

Este versículo representa bem a cena da família reunida em volta da mesa, para as refeições e para o culto no lar. No Novo Testamento, há recomendação de igual modo solene: “E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4). Todo esse esforço é infinitamente melhor do que deixar os filhos entregues à TV (“a babá eletrônica”), ou à internet (“a professora virtual”). A leitura de toda a Bíblia é um aprendizado inestimável para a vida espiritual da família.

  1. A família louva a Deus. “Nas tendas dos justos há voz de júbilo e de salvação; a destra do Senhor faz proezas” (SI 118.15). E gratificante e profundamente saudável a adoração em família. Pais e filhos, cantando alegremente, no lar, provocam uma atmosfera espiritual de grande valor, perante Deus.

Podemos estar certos de que o Senhor se volta para ouvir o louvor que sobe de corações reverentes, na reunião familiar. Que sejam desligados os iPods, os smartphones, e outros dispositivos eletrônicos, que tocam músicas profanas, que desonram o “templo do Espírito Santo”, que é nosso corpo (1 Co 6.19,20). E se abram os lábios dos servos de Deus em louvor e adoração ao Senhor. Os louvores sobem, e as bênçãos caem sobre a casa dos honram e glorificam a Deus em seu lar.

  1. Toda a família servindo ao Senhor. Josué, sucessor de Moisés, na condução do povo de Israel a Canaã, reuniu-os e disse: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). O povo estava desobedecendo a Deus, e Josué propôs-lhe uma tomada de decisão. Se quisessem servir aos deuses estranhos, na verdade demônios, que servissem. Mas ele e sua família haveriam de servir ao Senhor, o Deus verdadeiro. Nos dias presentes, essa tomada de posição faz-se mais necessária. Os “deuses” da pós-modernidade estão nas escolas; o materialismo avassala as mentes, na mídia, na educação, na cultura, na economia, no lazer, em toda a parte. Se a família não se unir em torno do Senhor Jesus, não haverá esperança. Mas se os pais com os filhos unirem-se no altar da adoração a Deus em seu lar, toda a família servirá ao Senhor. “... serás salvo, tu e tua casa” (At 16.31). Vale a pena o esforço para a realização do culto doméstico. Levanta barreiras espirituais contra as forças do mal, e fortalece a vida espiritual de todos no lar.

LIMA. Elinaldo Renovato de. A família cristã e os ataques do inimigo. Editora CPAD. pag. 124-127.

Ef. 6.16 - Tomando sobretudo o escudo da fé. Sobretudo pode significar que o escudo deve ser usado contra tudo, mas também que ele deve proteger toda a armadura. Normalmente, o escudo de um soldado romano media cerca de 80 cm por 120 cm. O escudo do cristão oferece proteção contra todos os dardos inflamados do maligno. As flechas com fogo não podiam atravessar o escudo do soldado da Roma antiga, nem os ataques de Satanás podem penetrar o coração e a mente do cristão que deposita sua fé em Deus.

Ef. 6.17 - O capacete da salvação. O capacete romano de modelo complexo protegia a cabeça do soldado e também o fazia parecer mais alto e imponente. A espada do Espírito é arma de defesa e de ataque para o cristão. E a Palavra específica que precisamos desembainhar numa determinada situação para combater um golpe desferido contra nós e desarmar nosso oponente, fazendo-a penetrar nele. Para ter a Palavra precisa à mão, o cristão deve conhecer intimamente toda a Bíblia e saber manejá-la, usá-la bem.

Ef. 6.18-20 - Paulo, um homem de oração (Ef 1.15-23; 3.14-21), termina esta grande seção de sua carta para os cristãos de Éfeso com uma exortação para que se dediquem à oração.

Ef. 6.18 - Sem a oração, toda a armadura seria inútil para os filhos de Deus. As orações gerais e as petições específicas no Espírito devem ser feitas por todos os cristãos e em todas as ocasiões, o que significa que eles devem manter-se orando em todo tempo. Eles devem lembrar-se ainda de que, além das orações, perseverança e paciência são essenciais.

EarI D. Radmacher: Ronald B. Allen: H. Wayne House. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento com recursos adicionais. Editora Central Gospel. pag. 515.

Ef. 6.16 o escudo da fé. Essa palavra grega geralmente diz respeito a um grande escudo (0,75 x 1,35 m), o qual protegia todo o corpo. A fé à qual Paulo se refere não é o corpo da doutrina cristã (como o termo é utilizado em 4.13), e sim a confiança básica em Deus. A confiança contínua do cristão na Palavra e na promessa de Deus é absolutamente necessária "sobre todas as coisas" para protegê-lo das tentações de toda sorte de pecado. Todo pecado vem quando a vítima acredita nas mentiras e nas promessas de prazer de Satanás, e rejeita a escolha melhor da obediência e bênção, dardos inflamados. As tentações são comparadas a flechas flamejantes atiradas pelo inimigo e apagadas pelo escudo de couro tratado com óleo (cf. SI 18.30; Pv 30.5-6; 11o 5.4).

Ef. 6.17 o capacete da salvação. O capacete protegia a cabeça, sempre o principal alvo durante a batalha. Paulo está falando para aqueles que já são salvos, e, portanto; não está falando aqui a respeito de obter a salvação. Ao contrário, Satanás busca destruir a certeza da salvação do cristão com suas armas da dúvida e do desencorajamento. Isso está claro na referência de Paulo ao "capacete da salvação" (Is 59.17; veja nota em ITs 5.8). Porém, apesar dos sentimentos do cristão quanto à sua salvação poderem ser seriamente prejudicados pela dúvida lançada por Satanás, a sua salvação em si está protegida eternamente e ele não deve temer perdê-la. Satanás quer amaldiçoar o cristão com dúvidas, porém o cristão pode permanecer firme nas promessas de Deus a respeito da salvação eterna na Escritura (veja Jo 6.37-39; 10.28-29; Rm 5.10; 0.31-39; Fp 1.6; 1Pe 1.3-5). A segurança é um fato; a certeza é um sentimento que sobrevêm ao cristão obediente (IPe 1.3-10).

a espada do Espírito. Assim como a espada era a única arma do soldado, da mesma maneira a Palavra de Deus é a única arma necessária, infinitamente mais poderosa do que qualquer arma de Satanás. O termo grego diz respeito a uma arma pequena (15-46 cm de comprimento). Ela era usada tanto defensivamente, para se defender dos ataques de Satanás, quanto ofensivamente, para ajudar a destruir as estratégias do inimigo. É a verdade da Escritura.

Ef. 6.18 Esse versículo introduz o caráter geral da vida de oração de um cristão: 1) "toda oração e súplica" concentra-se na variedade: 2) "em todo o tempo" concentra-se na frequência (cf. Rm 12.12: Fp 4.6; 1Ts 5.17); 3) "no Espírito" concentra-se na submissão, à medida que nos ajustamos à vontade de Deus (cí. Rm 8.26-27); 4) "vigiando" concentra-se no modo (cí. Mt 26.41; Mc 13.35); 5) "toda perseverança," concentra-se na persistência (cf. Lc 11.9; 18.7-8); e 6) "todos os santos" concentra-se nos alvos (cf. 1 Sm 12.23).

MAC ARTHUR. Bíblia de Estudo. Sociedade Bíblica do Brasil. pag. 1612.

  1. Torna a família piedosa.

Ex. 12.14 — E este dia vos será por memória. Dali em diante, este dia seria um memorial [hb. zikrown]. Esta palavra é similar àquela usada para descrever Deus em Êxodo 3.15: este é meu nome eternamente, e assim serei lembrado [hb. zeker, memória, memorial] de geração em geração.

E celebrá-lo-eis por festa ao Senhor. Alguns dos deveres religiosos são lúgubres e pedem jejum. A Páscoa, entretanto, é uma festa, uma celebração.

Nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo. O termo traduzido como perpétuo [hb. ‘owlam, ou ‘olam, longa duração, eternamente] aqui também foi usado para adjetivar o nome de Deus (Êx 3.15); literalmente, significa em memória eterna, no sentido do tempo que não se acaba (SI 90.2).

EarI D. Radmacher: Ronald B. Allen: H. Wayne House. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento com recursos adicionais. Editora Central Gospel. pag. 145-146.

Ex. 12.14Este dia vos será por memorial. Os israelitas nunca deveriam olvidar-se do dia de seu livramento nacional. Deus fez a distinção entre o crente e o incrédulo, e isso é refletido na festa da páscoa, sobre a qual ofereço um artigo detalhado no Dicionário. Ver também ali o artigo geral intitulado Festas (Festividades) Judaicas. A festa dos pães asmos (vss. 15-20) acabou associada à páscoa, como se fosse uma só celebração, junto com a dedicação dos primogênitos (Êxo. 13.2). Ver a introdução a esta seção (no vs. 1), quanto a uma descrição sobre essa união de festas. Outras ordenanças permanentes também faziam parte da legislação dos hebreus. Ver Êxo. 27.21; 28.43; 29.9; 30.21; Lev. 16.29,31,34; 23.14,21,41. A festa de sete dias dos pães asmos era uma espécie de continuação natural da páscoa, que era festa de um único dia, ainda que, provavelmente, fosse uma celebração separada. A páscoa dos hebreus prossegue, em um senti- do espiritual, na Ceia do Senhor dos cristãos (I Cor. 5.7,8). Essa associação fez a festa perpétua dos hebreus tornar-se a eterna festa cristã.

CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. pag. 350.

Êx. 12.14 por memorial. Os detalhes sobre como essa festa da Páscoa deveria ser lembrada nos anos futuros foram dados (vs. 14-20) e, então, repetidos para os anciãos (vs. 21-27). A prescrição de comer pães asmos durante sete dias, a exigência de tirar todo fermento das casas (v. 15), a firme recomendação de não se comer qualquer coisa levedada (v. 15) e o fato de iniciar c terminar o período de sete dias por dois dias especiais (v. 16), serviu para sublinhar a grande importância de a nação relembrar esse acontecimento.

MAC ARTHUR. Bíblia de Estudo. Sociedade Bíblica do Brasil. pag. 105.

118.15

Nas tendas dos justos há voz de júbilo e de salvação. Havia, nas tendas de Israel, cânticos de triunfo e alegria, o que sugere a celebração de uma vitória militar. Vozes eram elevadas em regozijo. A Revised Standard Version tem aqui uma vivida tradução: “Ouvi, jubilosos cânticos de vitória nas tendas dos justos". Tinham ocorrido muitos atos heroicos no campo de batalha, o que garantira a vitória contra inimigos mais numerosos, porquanto o exército de Israel lutava contra uma grande coligação de povos (vs. 10). Diz o hebraico, literalmente: “O som de gritos e de salvação”. Poderia estar havendo amargas lamentações, mas Yahweh garantira a vitória e a alegria.

A alegria era a principal característica da festa dos Tabernáculos, pelo que as palavras desta passagem, a começar por este vs. 15, são boas para expressar isso. Ver no Dicionário os verbetes chamados Tabernáculos, Festa dos e Festas (Festividades) Judaicas, ll.4,c, quanto a detalhes que podem ser usados para ilustrar este texto.

A destra do Senhor. Temos aqui o símbolo do poder. Ver sobre mão direita em Sal. 20.6, e sobre mão em Sal. 81.14. Além disso, ver sobre braço em Sal. 77.15; 89.10; 98.1. Essas partes do corpo são instrumentos de ação, meios de aplicação de poder, ou seja, metáforas para indicar o poder divino. O vs. 16 prossegue a fim de repetir a figura da mão direita por duas vezes, pelo que a metáfora é usada por três vezes.

CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. pag. 2429.

 Pb. Alessandro Silva.(ARTIGO)  WWW.MAURICIOBERWALD.COMUNIDADES.NET